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06/08/2001

Bahia atrai indústrias de plástico

A combinação de incentivos governamentais e fornecimento jusi in time de matérias-primas, assegurada pelas indústrias petroquímicas de Camaçari, está dando forma ao parque de transformação plástica da Bahia. Em três anos, o estado já conseguiu atrair 20 unidades transformadoras e viabilizar 10 projetos de ampliação, graças ao seu programa Bahiaplast, ativado em 1999. Os projetos aprovados - já executados ou em curso - somam investimentos da ordem de US$ 157,5 milhões, com uma renúncia fiscal do estado correspondente a US$ 258 milhões.

Até agora, as novas unidades estão dirigidas, em grande parte, àprodução de filmes, sacos, sacarias e outras embalagens plásticas. Há, também, fabricantes de tubos, peças e conexões em PVC, brinquedos utilidades domésticas, aditivos plásticos e embalagens PET.

Três dos projetos recém-contemplados pelo programa estão nesse último segmento. Caso levem os planos adiante, Lorenpet, Engepack e Embahia vão aplicar em torno de R$ 56 milhões para fabricar preformas e garrafas PET no estado.

Cerca de R$ 30 milhões deverão sair da Lorenpet, do grupo Geronimi com sede em Lorena (SP), para instalar uma unidade com capacidade mensal de 2 mil toneladas, destinadas a indústrias de alimentos no Nordeste. A intenção é aproveitar as facilidades logísticas para ficar mais próxima à sua clientela na região, diz a diretora Federica Geronimi. O mesmo grupo já havia enquadrado, no programa, uma unidade da Vaifilm, que absorverá R$ 30 milhões para fabricação de embalagens.

A Engepack (Mariani/Unigel) recorre aos benefícios, a fim de ampliar a fábrica de Simões Filhos, região metropolitana de Salvador. Está investindo R$ 15,6 milhões. A meta da empresa - segunda maior fabricante de PET do País, com produção anual de 2 bilhões de unidades - é elevar de 6 mil para 10 mil toneladas sua capacidade de processamento na Bahia, até o final de 2002.

Controlada pela Sansuy, a Kanaflex, de Embu (SP), decidiu iniciar sua expansão pelo mercado nordestino. O plano é produzir dutos cor-rugados flexíveis, empregados como proteção de cabos de telecomunicações e de energia. A principio, serão 2,5 mil toneladas/ano, com inicio de operação programada para 2002. "Esperamos uma redução de pelo menos 30% nos custos de produção", diz o superintendente Tsutomu Nakabayashi, referindo-se àproximidade da Polialden, seu fornecedor de polietileno.

As novas fábricas representaram um acréscimo de 22 mil a 25 mil toneladas/ano ao parque plástico do estado. Outras quatro, em fase de inclusão no Bahiaplast, vão ofertar mais 40 mil toneladas, diz o consultor técnico da empresa Lucien Moreno.

"Há dois anos, apenas 10% da nossa produção ficava na Bahia, hoje esse percentual dobrou e dentro de mais dois anos acreditamos que estará em 30%, o que equivalerá a cerca de 7,5 mil toneladas/mês", afirma o superintendente da Politeno, Jaime Sartori. Na Polialden, a participação das vendas no Nordeste já se aproxima de 25% do volume de produção, contra 15% de dois anos atrás, diz o diretor comercial Cleantho Leite Filho.

A Copene também faz sua parte. As empresas integrantes do segmento de transformação plástica terão prioridade no suprimento da energia elétrica que produz em sua planta de co-geração.

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